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COMUNICADO FSM 9 DE MAIO: Viva A Epopéia do Dia 09 De Maio!

No dia 9 de maio de 1945, na Berlim ocupada pelo Exército Vermelho, os nazistas assinaram sua rendição perante a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas pondo fim à II Guerra Mundial ou a Grande Guerra Patriótica.

Em 22 de junho de 1941, os nazistas invadiram as fronteiras soviéticas e chegaram às portas de Moscou mobilizando cerca de 4,5 milhões de soldados com o apoio de 600.000 veículos, 750.000 cavalos e cerca de 2.700 aeronaves (mais da metade do efetivo da força aérea alemã). Obrigados a recuar pela resistência, a nova estratégia nazista mirou o controle de Stalingrado, onde em julho de 1942, teve início a mais cruel e violenta batalha de toda a guerra.

O Exército Vermelho e o povo armado resistiram pela conquista de cada quarteirão, cada rua, cada casa, cada cômodo. Formaram-se milícias operárias. Um dos palcos desta luta heroica foi a usina de tratores onde os trabalhadores entraram em luta contra tropas invasoras fortemente armadas. No dia 02 de fevereiro de 1943, Stalingrado foi libertada.

Quando o Exército Vermelho já avançava sobre a capital do Estado nazista, Hitler suicida-se, no dia 30 de abril e no dia 9 de maio de 1945, os alemães aceitam a rendição perante os soviéticos.

Essa foi uma vitória estratégica determinante para o futuro da humanidade. Alterou a correlação mundial de forças a favor dos trabalhadores e dos povos e impulsionou os movimentos de libertação nacional e a descolonização. Foi nesta esteira histórica que, no dia 03 de outubro de 1945, foi fundada a Federação Sindical Mundial.

Contudo, passados 73 anos dessa data, a ameaça de uma nova “Guerra Fria” volta a pairar sobre as relações internacionais. O imperialismo dos Estados Unidos e seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) promovem conflitos que ameaçam seriamente a paz mundial e fazem crescer, com antigas e novas formas, o fascismo e a intolerância em suas múltiplas dimensões.

A FSM saúda o aniversário dessa epopeia política reafirmando seus compromissos com a defesa da paz mundial, os direitos dos povos, em particular, da classe trabalhadora e convicta da perspectiva socialista como o futuro para a humanidade.

Viva o 9 de maio de 1945, dia da vitória da União Soviética sobre o nazifascismo!

Os servos da exploração e do imperialismo que hoje tentam reescrever os fatos históricos com calúnias e mentiras devem falhar.

Reverência eterna aos milhões de soldados, aos homens e mulheres que tombaram nesta missão pela Humanidade!

A Secretaria

As organizações sindicais dos trabalhadores em educação e a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável

As organizações sindicais dos trabalhadores em educação e a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável

 Por Maria Clotilde Lemos Petta*

 “… Que a vida física e espiritual do homem está ligada com a natureza não tem outro sentido que o de que a natureza está ligada consigo mesma, pois o homem é uma parte da natureza” (Karl MarxManuscritos econômicos e filosóficos  — 1844).

 A importância e a complexidade das relações entre educação e desenvolvimento sustentável colocam este tema no centro dos debates políticos contemporâneos. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, aprovada em  setembro de 2015 na Cúpula Sustentável das Organizações das Nações Unidas (ONU), contempla nas suas diretrizes e metas a dimensão ambiental articulada às dimensões sociais e econômicas, na busca de um equilíbrio que favoreça o atendimento das necessidades das gerações atuais e futuras. Nessa perspectiva, a Agenda 2030 destaca a educação entre seus 17 objetivos, como direito humano universal e de responsabilidade do Estado e fator estratégico no desenvolvimento sustentável.

Cuba, que desde o triunfo da Revolução em 1959, atribui à educação um papel central no seu projeto de desenvolvimento sustentável, foi um dos países signatários desta agenda, e tem assumido o compromisso na sua implementação, sendo considerado pelos órgãos de acompanhamento da ONU o único país que atingiu completamente as metas definidas. O XI Congresso Internacional da Educação Superior, realizado em Havana, no início de fevereiro deste ano, refletiu esse quadro. O lema desse Congresso foi “Universidade e Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, no centenário da Reforma de Córdoba”.

Os debates e exposições ocorridos possibilitaram uma maior compreensão da visão de Cuba sobre a importância de a universidade, em articulação com as organizações sindicais dos trabalhadores em educação, assumir o compromisso de contribuir para o desenvolvimento sustentável e a implementação da Agenda 2030 em Cuba. A exposição da engenheira Niurka María González Orberá, secretária-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Educação, Ciência e Esporte (SNTCD) ressaltou que “os objetivos do desenvolvimento sustentável colocam um novo cenário que requer uma nova forma de atuar e a  redefinição do papel dos atores que delas participam, entre eles as universidades e os sindicatos dos trabalhadores em educação”.

No entanto  o acompanhamento desta agenda demonstra que a maioria dos países não tem assumido o compromisso para sua implementação. Embora tenha havido alguns avanços — a exemplo da China que, incorporando a Agenda 2030 no seu plano internacional, já obtém significativas melhorias na questão ambiental —, os  problemas ambientais sociais e econômicos da atualidade são de extrema gravidade.

No 18º Congresso Internacional da Federação Internacional dos Sindicatos da Educação (Fise), ocorrido em início de março deste ano, tive oportunidade de, na minha exposição, defender que a Fise e suas entidade filiadas incorporem nos seus planos de luta a cobrança do cumprimento da Agenda 2030 nos projetos de desenvolvimento dos países e que, nos objetivos educacionais das novas gerações, esteja a conscientização sobre a importância do desenvolvimento sustentável e inclusivo, com valorização do trabalho.

Enfim, este contato com educadores e sindicalistas de muitos países reforça nossa convicção de que, em que pese a conjuntura extremamente adversa pela qual passamos, um mundo melhor é possível. E que é fundamental que as organizações sindicais de trabalhadores em educação contribuam  para o avanço da consciência de que, como educadores, somos os responsáveis por educar as gerações presentes e futuras, conquistando mentes e corações para a luta pelo desenvolvimento sustentável e inclusivo, na busca por uma sociedade mais justa e igualitária.

*Maria Clotilde Lemos Petta é vice-presidente da Confederação dos Educadores Americanos (CEA), diretora do Sindicato dos Professores de Campinas e Região e coordenadora da Secretaria de Relações Internacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee)

Boletim Eletrônico Sinpro Campinas e Região 20 de outubro de 2017

http://www.sinprocampinas.org.br/

20/10/2017

Programação do Mês do Professor tem ato, debate e lançamento da campanha da Contee: é no sábado dia 28

Sábado, dia 28, tem café da manhã, seguido de Ato Político em Defesa dos Direitos e da Democracia, lançamento da Agenda do Professor 2018 e lançamento da Campanha da Contee: “Apagar o Professor é apagar o Futuro”, e Debate: “Impacto das Reformas Trabalhista e da Previdência: consequências para a vida e saúde dos Trabalhadores”, com Marcia Hespanhol Bernardo…

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